No começo de tudo, seus versos constroem o prefácio. Ao final de tudo, são seus versos que contam o desfecho.
Sempre o último a dizer, o último a chegar, sempre passando despercebido e pouco notado, mas basta recobrar a consciência e então te buscam para ser consultado. Talvez você seja tímido, porém vejo mais um sábio que despreza a emoção, refuta ações precipitadas, recobra a razão no instante de explosão. Depois do cortejo fúnebre, da sinfonia de despedida, depois de tudo, é a sua nota sublime que faz a lágrima cair, rasgar a pele do rosto, faz de tudo uma lição, uma nova concepção.
Seus gestos te caracterizam como alguém sério, melancólico, nostálgico, mas em você que reside o equilíbrio, a pausa e então o ponto final.
Por mais encantadores que sejam os acordes de uma grande sinfonia, por mais gracioso que seja um concerto, por mais incrível e emocionante que seja clímax de um cântico orquestrado, é depois, apenas depois da sua nota sublime que os aplausos surgem eufóricos.
Quase ninguém te escuta, talvez por isso quase ninguém se entende, poucos te respeitam, talvez por isso poucos são os que tem valor. Você é o maior poeta de todos, músico, compositor, amigo talvez, o mais sábio de todos.
Seus versos anunciam o fim ou então o começo, são graciosos, são as pausas de todos os acontecimentos.
Silêncio a nota sublime.
Sempre o último a dizer, o último a chegar, sempre passando despercebido e pouco notado, mas basta recobrar a consciência e então te buscam para ser consultado. Talvez você seja tímido, porém vejo mais um sábio que despreza a emoção, refuta ações precipitadas, recobra a razão no instante de explosão. Depois do cortejo fúnebre, da sinfonia de despedida, depois de tudo, é a sua nota sublime que faz a lágrima cair, rasgar a pele do rosto, faz de tudo uma lição, uma nova concepção.
Seus gestos te caracterizam como alguém sério, melancólico, nostálgico, mas em você que reside o equilíbrio, a pausa e então o ponto final.
Por mais encantadores que sejam os acordes de uma grande sinfonia, por mais gracioso que seja um concerto, por mais incrível e emocionante que seja clímax de um cântico orquestrado, é depois, apenas depois da sua nota sublime que os aplausos surgem eufóricos.
Quase ninguém te escuta, talvez por isso quase ninguém se entende, poucos te respeitam, talvez por isso poucos são os que tem valor. Você é o maior poeta de todos, músico, compositor, amigo talvez, o mais sábio de todos.
Seus versos anunciam o fim ou então o começo, são graciosos, são as pausas de todos os acontecimentos.
Silêncio a nota sublime.
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