terça-feira, 19 de julho de 2011

Poesia do encanto


            No ritmo da dança
           
Tal como poesia que vive,
Voa, na velocidade do pensamento,
Divaga com o simples descanso das pálpebras,
Passeando pelos confins floridos dos sonhos,
A vida um sonho.

            Um doce descanso para o peito aflito
Afaga-se no conforto de um coração
Que encontrou o abraço que o aquece,
Lagrimas e risos,
Lagrimas parecendo ser a extensão da felicidade,

Como chorar de rir,
Pela constante alegria que impulsiona o corpo para correr,
Para destino nenhum,
Comemorando triunfante,
Por criar dentro de si, o amor.
           
Na canção romântica canta,
No ritmo, dança, rindo como criança
No silencio, murmura,
Como se orasse
Pedindo, o pra sempre.

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